Você está em Rubinéia, em busca dos tucunarés, dentro da página de Reportagens.
Links disponíveis:
Rubinéia: em busca dos tucunarés em julho de 1999.
Próximo a Santa Fé do Sul, cerca de 650km de São Paulo, está a cidade de Rubinéia, às margens do Rio Paraná. O Paranazão, como é conhecido, é formado pelos rios Paranaíba e Grande. Todo este trecho está represado pela barragem de Ilha Solteira.
Por ocasião da construção da barragem, os Tucunarés (amarelo-Chichla ocellaris e azul-Chichla monoculus) foram ali introduzidos com sucesso. Apesar da pesca predatória ainda é possível fisgar peixes de bom tamanho. Nós, da Brasil Fishing, estivemos lá na última semana de julho de 1999 e com a ajuda de nosso piloteiro Antonio Carlos Cézar (o Júnior) pudemos fisgar alguns bons exemplares de tucunarés, além de algumas boas surpresas!
Devemos ressaltar que o piloteiro é peça fundamental em regões pouco conhecidas, sem o qual a pescaria dificilmente tem sucesso.
Uma das surpresas foi uma tilápia (Sarotherodon rillaticus) de mais de 1kg, fisgada com uma isca um pouco menor que ela. Tivemos a informação de que muitas dessas tilápias estão espalhadas pela região, devido a um criadouro que arrebentou, liberando estes bons exemplares para a nossa diversão.
A ponte da ferrovia da soja foi construída sobre o rio Paraná, que liga São Paulo a Mato Grosso do Sul e está localizada pouco depois da junção dos rios Paranaíba e Grande.
Como chegar lá: Partindo de São Paulo/SP, fomos pela rodovia Anhanguera até Limeira. Seguimos pela Washington Luís, passando por São José do Rio Preto e, em Mirassol, entramos na Rodovia Euclides da Cunha, chegando a Rubinéia, passando por Fernandópolis, Votuporanga, Jales e Santa Fé do Sul (nessa ordem). Rubinéia tem boas pousadas com infra-estrutura para pesca.
É interessante notar a presença de barcaças, que circulam nos rios da região transportando grãos.
Tralha: varas de grafite de ação média (1,80m), molinetes e carretilhas para 100m de linha 0,40mm de diâmetro, mas usadas com linhas de 0,26mm e 0,30mm, além de iscas artificiais de meia água.
textos: Antonio Carlos Grandi e Ricardo A. Grandi